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Exportações de maçãs brasileiras para a Rússia triplicam em 2020 com ajuda da Apex-Brasil

As exportações diretas de maçãs brasileiras para a Rússia têm experimentado um forte crescimento nos últimos anos e em 2020 as vendas bateram recorde. Até o mês de setembro já foram exportados mais de 12 milhões de dólares, ou 19,5 mil toneladas de maçãs. O valor é quase o triplo das vendas de todo o ano passado, e mais do que o dobro dos fornecimentos de 2018.

Atualmente as maçãs são a fruta brasileira mais exportada para a Rússia. Em 2020, corresponderam a 78% de todas as vendas de frutas frescas do Brasil para o país da Europa oriental, que é o maior importador e consumidor mundial de maçãs. “As importações russas de maçãs estão num patamar de 650 mil toneladas por ano e os volumes atualmente fornecidos pelo Brasil não chegam a 3% desse total. Ou seja, há óbvias oportunidades de crescimento”, comenta Almir Américo, CEO do escritório da Apex-Brasil na Rússia.

A entrada dos produtores brasileiros na Rússia foi possível após um forte trabalho de promoção comercial do setor, realizado pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), por meio do seu escritório sediado em Moscou, e em parceria com as entidades Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados) e ABPM (Associação Brasileira de Produtores de Maçãs).

As iniciativas de promoção tiveram início em 2015, quando as exportações de maçã para a Rússia eram de apenas 42 toneladas (contra 19 mil, em 2020). Na ocasião, a equipe do escritório local da Apex-Brasil percebeu que havia oportunidade de novos negócios, uma vez que sanções econômicas russas passaram a restringir a importação de frutas da União Europeia e dos EUA, além das quebras sazonais de fornecimento de maçãs da Europa, que levavam os distribuidores russos a buscar a fruta no hemisfério Sul.

Assim, a primeira iniciativa organizada pela Apex-Brasil, Abrafrutas e ABPM foi a vinda de três dos principais importadores russos do setor para conhecer os produtores da Serra Gaúcha e realizar uma agenda de negócios, em novembro de 2015.

“Apesar da grandiosidade do mercado russo de maçãs, as exportações brasileiras sempre estiveram muito aquém do seu potencial. Os distribuidores russos buscavam ativamente a fruta em nossos vizinhos da América do Sul, mas a maçã brasileira era comprada apenas via terceiros países europeus”, explica Almir Américo.

Depois disso, foi realizado mais um Projeto Comprador, em 2017, e as produtoras brasileiras também foram convidadas a participar de Rodadas de Negócios de Frutas em São Paulo (parceria do escritório da Apex-Brasil em Moscou com os escritórios dos EUA, Dubai, Europa e Colômbia) em 2018 e 2019, e de ações no âmbito da feira FruitLogistica (uma das principais do setor de frutas), em Berlim, em 2017, 2018 e 2019.

Fonte: Apex Brasil

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