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Exportações da indústria do RS caem e setor registra recuo de 2,7% em relação ao ano passado

As exportações da indústria do Rio Grande do Sul totalizaram cerca de US$ 1 bilhão em agosto, o que representa um recuo de 2,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Dos 23 setores industriais no estado que registraram vendas externas no período, 17 caíram, especialmente nas áreas de químicos (-32,1%), veículos automotores (-30,6%) e couro e calçados (-16,6%).

Segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), a diminuição nas vendas de produtos químicos para a Coreia do Sul (US$ 21 milhões a menos) e China (US$ 8 milhões a menos) foi determinante para o resultado negativo deste segmento.

Já as exportações de veículos voltaram a recuar no mês passado por conta do agravamento da crise argentina (US$ 42 milhões a menos).

Quanto ao setor de couro e calçados, as vendas externas da matéria-prima sofreram uma queda de 27,7% em relação a agosto de 2018. O valor exportado de calçados, entretanto, foi praticamente o mesmo registrado no igual período.

Celulose, derivados do petróleo e alimentos compensam
Já entre os setores que registraram aumento das exportações, celulose e papel se destacaram com 316,9% de crescimento, seguido pelo de coque (carvão) e derivados do petróleo (109,7%) e produtos alimentícios (13,3%). Enquanto o desempenho dos dois primeiros deve-se, exclusivamente, à pequena base de comparação, as exportações da carne (especialmente de frango e suína in natura) seguem impulsionando a indústria de alimentos. Já é o quarto crescimento mensal consecutivo.

De acordo com a Fiergs, por conta de problemas fitossanitários com a peste suína africana, juntamente com a guerra comercial com os Estados Unidos, os chineses têm aumentado a demanda por produtos agrícolas no mercado brasileiro, beneficiando diretamente o segmento de proteína animal do Rio Grande do Sul.

No acumulado do ano, porém, o resultado das exportações industriais é melhor do que a análise mensal. De janeiro a agosto de 2019, totalizaram US$ 8,4 bilhões em vendas, um crescimento de 1,8% ante o mesmo período do ano anterior.

A principal contribuição positiva para o resultado veio do setor de celulose e papel: US$ 1 bilhão, um incremento de 63% até o momento.

Importações também em queda
Por sua vez, as importações do estado somaram US$ 928 milhões em agosto, uma queda de 0,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. Entre as grandes categorias econômicas, bens de consumo (queda de 47,1%), combustíveis e lubrificantes (queda de 21,6%) e bens de capital (queda de 11,8%) recuaram na comparação mensal.

Os bens intermediários, com alta de 15,5%, compensaram quase integralmente o resultado negativo dos importados, principalmente por conta da aquisição de produtos que compõem o grupo de adubos e fertilizantes (mais US$ 185 milhões). Já nos últimos oito meses, o montante importado pelo estado atingiu US$ 6,5 bilhões, o que representa uma retração de 10,2% no acumulado.

Fonte: G1

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