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A atual guerra comercial é “preocupante”, diz diretor-geral da OMC

São Paulo – A chegada de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos com o slogan nacionalista “America First” trouxe severas transformações no cenário do comércio internacional. A mais notável, claro, é a guerra comercial dos americanos contra os produtos chineses.

No início do mês, os Estados Unidos obtiveram uma grande vitória na Organização Mundial do Comércio (OMC). Desta vez, foi na agricultura. A OMC deu razão a uma reclamação dos americanos a respeito do tamanho dos subsídios da China aos seus produtores rurais.

De fato, os chineses estão colocando a mão no bolso para ajudar a agricultura do país. Em 2017, segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a China forneceu 204 bilhões de dólares em estímulos ao setor – mais que o dobro do que a União Europeia, que soma 28 países.

Esse clima belicoso, no entanto, não está ajudando a economia global e está dando trabalho para o Roberto Azevêdo, diretor-geral da OMC. “A situação atual é preocupante. Em vez de aumentar as tensões, precisamos encontrar maneiras de resolvê-las de forma construtiva”, afirma ele.

O Fundo Monetário Internacional, por exemplo, já rebaixou o crescimento da economia global neste ano para 3,7%, dois décimos a menos do que a última leitura. Azevêdo fala a EXAME sobre o que pode ser feito para que sejam evitados os piores cenários.

Como a OMC enxerga o atual momento de instabilidades comerciais?

A situação atual é preocupante. O nosso indicador publicado em fevereiro mostra que o crescimento do comércio desacelerou no primeiro trimestre de 2019. Essa é a leitura mais fraca desde 2010. Isso dá uma ideia dos riscos reais das atuais tensões comerciais. Outro aspecto importante é até que ponto isso afetará o ambiente de investimento. Se as decisões de gastos forem postergadas, devido às incertezas causadas pelo ambiente de instabilidade, o impacto poderá ser ainda maior. Devemos evitar esse cenário.

Fonte: Exame

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Bolsa Índice Data
Bovespa -1,34% 21/03
Dow Jones +0,84%

21/03

Nasdaq +1,42% 21/03
Merval
(Argentina)
-1,61% 21/03
Shanghai
(China)
+0,087% 22/03
DAX 30
(Alemanha)
-0,31% 22/03
Moeda Cotação Data
Dólar 3,790 22/03
Euro 4,290 22/03
Risco País (EMBI) Data
Brasil 242 pts

18/03

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